segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Ei, olha como vou bem!

Um café. Uma risada -não achei graça-. Um remédio, não deveria mas não me importo. Só um oi. Meia frase. Um par de fones de ouvido. Odeio como essas músicas falam da minha vida. Mas também adoro isso. Um ônibus. Ah esses sorrisos falsos... Se eu pudesse vendê-los, seria rica. Um vício, ah meu vício... Me deixe, me largue, me livre, me solte... Fique comigo. Essa rotina me mata. A dor no corpo me domina. Dia após dia a noite parece ficar mais longa, mais torturante. Minha tortura. Minha tortura sagrada. Dói tanto. Mas não consigo parar. Talvez me caia bem, a culpa.

Nenhum comentário:

Postar um comentário