quinta-feira, 5 de maio de 2011

Não que eu me importe

Mas hora ou outra eu me pergunto como eu cogitei seguir outro caminho. Não fui insana a ponto, mas pensei na possibilidade. Aí vejo o quanto me sinto mal, mesmo tendo alguém. Me sinto sozinha no meio de uma multidão. Me sinto esgotada, sem ter feito um nada de produtivo. As coisas fazem cada minha menos sentido, e eu perdi a noção do tempo. Pra mim não tem feito diferença ir dormir 8 da noite, ou 2 da manhã. O sonho é sempre atordoador. Nunca descanso. Não quero sair, não quero ficar. Nada me parece bom. E parece que as pessoas se assustam quando eu desabo. Não é comum me ver assim. Mas hoje, em especial, não me importei com os olhares intrigados pra cima de um ser estranho, desmanchando em lágrimas, no caminho de casa.

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