quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Antigo, e real.


A noite cai. Pra mim, um alívio! Mas ela parece mais vazia que o normal. Os dias se arrastam, as horas são angustiantes. Uma noite bem dormida, já parece um sonho quase irreal. As condições são desanimadoras. O futuro, desafiador. E a coragem? Pouca. Quase nenhuma. Eu chego a sentir, os últimos raios de energia, escorrendo pelas lágrimas ardidas, que já não precisam de um motivo pra tranformar minhas frases em borrões, mal escritos. Sou eu, a que você desconhece. A que acha que não faz porque não quer. A que só precisa de um motivo pra viver. Ou o contrário.

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