quarta-feira, 29 de setembro de 2010

"Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que esta ausência tua me causou
Eu sei que vou sofrer a eterna desventura de viver
A espera de viver ao lado teu
Por toda a minha vida."


sexta-feira, 24 de setembro de 2010

O que os olhos não vêem, o coração sente.

Ah, seu perfume! Me fez delirar por horas, sonhar contigo, mais uma vez. Me vez ver o quanto é real e possível, e que nada no mundo pode nos separar. Suas palavras me fazem levitar. Te imaginar me dizendo aquelas coisas, me dá um arrepio do dedão do pé até a nuca. Os meus dias nunca tiveram tão poucas horas, mas são as melhores horas da minha vida, até agora. Por que sei que horas muito melhores ainda estão por vir. Te ver, mesmo que não como eu quero, te ouvir, e agora, sentir o seu perfume, faz com que minha alma saia do meu corpo, e percorra quilômetros de distância, pra te vigiar. Eu quase posso te tocar.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Eu quero o vermelho da tua revolução!

"Mexo, remexo na inquisição. Só quem já morreu na fogueira sabe o que é ser carvão. Eu sou pau pra toda obra. Deus dá asas a minha cobra. Minha força não é bruta. Não sou freira, nem sou puta. Nem toda feiticeira é corcunda. Nem toda brasileira é bunda. Meu peito não é de silicone. Sou mais macho que muito homem. Sou a rainha do meu tanque. Sou Pagu indignada no palanque. Fama de porra-louca, tudo bem! Minha mãe é Maria Ninguém. Não sou atriz-modelo-dançarina. Meu buraco é mais em cima.[...]"



E nesse momento eu olho pra fora da janela, o ônibus já está a um quarteirão do meu ponto. A "viagem" da escola pra casa nunca tinha sido tão rápida, e isso eu devo a Pagú, a diva comunista. E mais uma vez, eu me vi de frente pro presente, e quem sabe o futuro que eu queria, mas não consigo ter. E.. se tem uma coisa que eu não sou, é orgulhosa. Ou melhor, sou sim, e muito! Mas não quando eu preciso. E hoje eu preciso de ajuda, e vou correr atrás até conseguir.







eu quero esse vermelho pra mim.

sábado, 18 de setembro de 2010

Pare de se fazer de idiota

O mundo não gira, nem nunca vai girar ao seu redor. Não tente bancar o coitadinho, parece que ninguém aqui além de mim está preocupado com isso. Será que você não percebe o papel ridículo que está fazendo? Será que não vê, que fugir assim não vai adiantar nada, e que uma hora você vai ter que me encarar? Por quê você acha que eu estou correndo atrás? Cadê aquele cara que sempre tinha razão, e não tinha medo de encarar a realidade? Eu não preciso esfregar isso na sua cara, pra que você saiba o quão decepcionada eu estou. Mas essa foi a única forma que eu encontrei.




Pronto, falei.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Cabeça vazia. Dia cheio.

Eu queria tanto saber escrever sobre todas as aflições do mundo. Eu queria tanto poder listas sentimento por sentimento, ação por ação. Saber dizer ao certo, o porquê das coisas. Saber dizer por exemplo, porque é em certos momentos, em que eu devia falar o que quero, o que penso e ser espontânea como sempre, eu me calo. Eu simplesmente aceito as condições sem abrir a boca, mesmo que me desagrade. Eu queria saber, porque é que em certos momentos, ou na maioria deles, eu me sinto sozinha, como se o mundo a minha volta não existisse, e a única pessoa que pode me tirar desta solidão, não está tão perto quanto eu queria. Querer nunca levou ninguém a lugar algum, agora eu preciso agir.




"Nothing that’s worthwhile is ever easy. Remember that." Nicholas Sparks

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

E durante a aula de História...




Eu sei, não se deve escrever nas carteiras. Mas.. eu nunca fui de seguir regras.

Quase um vampiro.


Hoje, mais do que nos outros dias, a luz do sol me incomodou muito. E eu cheguei a conclusão óbvia que eu não sou um ser do dia, da claridade, e talvez nem da transparência, em certos aspectos. Eu gosto e sempre gostei de lugares menores, abafados, iluminação baixa. Dá um certo mistério a qualquer coisa. Um lugar mal iluminado, te faz imaginar inúmeras possibilidades. Te faz sentir um misto de medo e curiosidade. A claridade te mostra tudo, ela é nua e crua. Claridade está diretamente ligada com calor, e tá aí outra coisa que eu não suporto. Agora imagine, um quarto com pouca iluminação, um frio agradável, uma lareira, um filme, um cobertor e seu amor. Perfeito, não? Agora imagine tudo isso, com o sol na sua cara e um calor de 40º.  Acabou o encanto, acabou o clima. A escuridão te faz procurar uma luz pra seguir. A claridade te cega e te faz cair.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

"O pior cego, é aquele que não quer ver."


Doce Ilusão. É claro que as coisas não seriam tão fáceis como eu imaginava. É duro ter um problema, precisar da ajuda dos outros, e quem sempre disse que estaria lá, pra tudo, nunca está. Nada vai se resolver, nada vai caminhar, enquanto eu não tiver a compreensão de quem ainda "cuida" de mim. Mas o que está em jogo é o meu futuro, e este já está traçado, e com ele eu não brinco mais. De agora em diante, eu só vou contar com minha própria ajuda!




Agora, nada de "Antigo". Ou não!

As horas do meu dia nunca foram tão entediantes. O mundo sem você aqui, não passa de um parque de diversões desligado. As pessoas, os lugares, nada mais tem graça. Não existe mais paisagem bela, que não seja seus olhos e seu sorriso envergonhado. As palavras acabam, assim que o "Eu Te Amo" já foi dito. Inexplicávelmente, Infinitamente, Eternamente, ENLOUQUECIDAMENTE, são adjetivos que não demonstram nem um terço do meu real sentimento por você. Nossos destinos nos cruzaram, e sem perceber, traçamos um futuro perfeito em todos os seus defeitos. Foi VOCÊ quem me fez Fênix, a ave que renasceu das cinzas, pra viver contigo o infinito do nosso amor.



Matheus, Eu Te Amo ♥

Antigo, e real.


A noite cai. Pra mim, um alívio! Mas ela parece mais vazia que o normal. Os dias se arrastam, as horas são angustiantes. Uma noite bem dormida, já parece um sonho quase irreal. As condições são desanimadoras. O futuro, desafiador. E a coragem? Pouca. Quase nenhuma. Eu chego a sentir, os últimos raios de energia, escorrendo pelas lágrimas ardidas, que já não precisam de um motivo pra tranformar minhas frases em borrões, mal escritos. Sou eu, a que você desconhece. A que acha que não faz porque não quer. A que só precisa de um motivo pra viver. Ou o contrário.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Enfim, a Rosa.

A rosa não morreu
Ela sempre vai estar tão viva
Quanto no dia que desabrochou.
O perfume continuará guardado.
O poder da cor
Não morrerá nunca.

A rosa "enfeitiçada"
Que demorou pra perder vitalidade
Os dias passaram
E ela continuou bonita, vermelha.

Hoje não passa da realidade.
A rosa sofreu, a carcaça apodreceu.
Mas dentro, o espírito está cada vez mais vivo.
Mais renovado, esperançoso talvez.

A rosa vai marcar.
A rosa de personalidade forte.
Que não se deixou abater pelas semanas.
A rosa já não tão bonita quanto antes...
Mas há quem goste.

A rosa que guarda no segredo da alma,
O perfume de uma tarde de sexta feira.

Antigos, ou nem tanto.

Obs: No início, vou postar alguns poemas antigos, que eu já havia feito a um tempo, quase todos com o mesmo "assunto".


Esse poema eu fiz, pra um amigo que eu já não acredito que exista mais, e que foi substituido por um outro cara que eu realmente não conheço. Mas eu espero que esse meu amigo volte, e mereça esse poema, e todos os outros.


Sem rimas, e fora de hora

Um sentimento
Uma música
e quatro paredes
As mesmas quatro paredes
de todos os dias

A música diz muito
quase tudo, eu acho.
Mas deixa subentendido.
Mal explicado.
Não mostra a necessidade real.

Talvez fogo de palha
Mas nos parecemos tanto
Talvez você entenda,
Que o que eu preciso agora
É só de um amigo.

Estou errada em querer cuidar de você?
Em querer você por perto?
Lhe pareço idiota por sentir falta das "brigas"?

Eu só queria dizer
Que é tão bom conversar com você.
E que talvez, não seja a hora de parar!

O Começo

Após um bom tempo escrevendo e fazendo de tudo para que ninguém chegasse perto, cá estou eu, mostrando pra quem quiser ver! Agora, quem tiver paciência pra visitar o blog vai ser obrigado a ler poemas, textos, desabafos, e tudo mais que eu tiver pra falar, por que afinal de contas.. "Calada, não mais!"